Flyfishing

Amazônia gera um interesse crescente no meio da pesca esportiva. Cada vez mais "mosqueiros" * norte americanos e mais recentemente europeus viajam pela Amazônia Brasileira, na Venezuela, na Colômbia e países andinos. Se a pesca com mosca na América subtropical ainda esta no inicio, é claro que a modalidade vai se desenvolver rapidamente e virar a grande técnica no futuro. Mas, no entanto, falta de mentores locais, os alguns aficionados da mosca são obrigados de inspirar-se largamente da escola norte-americana, a ponto de raramente utilizar outro genérico que "flyfishing" para nomear esta técnica, sem que seja realmente empregada a tradução literal.

Mas, já podemos apostar e desejar que logo vai emergir destas influencias uma escola amazônica independente.

No contexto amazônico, quando evoca-se o conceito de pesca com mosca, obrigatoriamente nos faz abstração de qualquer evocação entomológica da disciplina, tanto as oportunidades de pescar em mosca flutuante tradicional pertencem à exceção para não falar de anedota pura e simples, e aparecem tão raras que não poderiam servir de fundamento para uma técnica provada e governada por regras constantes e imutáveis.

Na selva, a natureza é generosa, e isso em todas as manifestações seja de ordem floral ou faunística. O reino dos insetos não é esquecido, e estas remotas regiões da América do Sul permanecem um paraíso para o entomologista. As eclosões susceptíveis de interessar os emulados de Halford** são extremamente abundantes. Há milhares de espécies de tricopteros, efeméridas, sialis, e mesmo ao anoitecer verdadeiros tapetes de imagos mortes na superfície dos rios e lagos. Mas também gafanhotos, grilos e para fechar este inventário não exaustivo, besouros entre os maiores do planeta.

Numa palavra, encontre-se na América tropical tudo o que estaria, segundo as normas dos países temperados, capaz de atrair na superfície todo um mundo aquático, que por escuras razões que tem sem duvida as suas respostas na entomologia comparada, parece provar uma propensão alimentar extremamente limitada para os insetos.

Só alguns peixinhos cujo tamanho não deve exceder o de um lambari e que apresentam um interesse esportivo menor, parecem subir realmente e regularmente sobre verdadeiras eclosões de pequenos epheméridas e chironomidades ao anoitecer. Também não iremos até afirmar que um gordo besouro caído acidentalmente na água não será engolido por um predador. Mas, o tamanho destes insetos é tal que é difícil imaginar outra coisa do que um popper marinho como sendo susceptível de constituir uma imitação ou pelo menos uma possível figuração deles.

E, exceto ignorância ou defeito de conhecimento de nossa parte, o que não estaria excluído, considerando a imensidade dum meio onde ainda quase tudo tem que ser descoberto, parece certo que o "mosqueiro" apenas desembarcado das regiões temperadas do planeta, deve ter a humildade de esquecer a quase totalidade da sua experiência passada, e conservar unicamente alguns elementos fundamentais como a base do arremesso, que embora imutável seja sujeita a adaptação circunstancial ou ainda as suas algumas tentativas com streamers sobre black-bass ou salmonideos em águas correntes e paradas.

Este item é dedicado como o seu nome o indica inicialmente às pescas com mosca amazônicas. Mas sobre este genérico é necessário entender pesca nas florestas das chuvas, mas também nos mangais que por definição também são selvas situadas nas mesmas regiões do planeta, e que abrigam varias espécies de peixes de grande interesse para os apaixonados que somos.

Locais de pesca:

Quando falamos de Amazônia, vem à mente águas turvas, grandes rios e uma floresta impenetrável.

Para o "mosqueiro a Amazônia é extremamente fascinante, pois reservas locais maravilhosos para a prática da pesca com mosca".

Em função da sua imensidão, na Amazônia a pesca com mosca pode ser praticada durante todo o ano, pois, "os períodos" de seca, são vários em épocas diferentes e em diferentes locais. Quando o "mosqueiro" encontra o Rio Trombetas como ponto de pesca (set-jan), os rios do serrado brasileiro estão transbordando de água. Se o "mosqueiro" tem abril ou maio como o mês disponível para pescar, ele poderá visitar o Trombetas e fará uma excelente pescaria de Pacus e Matrinxãs.

Equipamentos:

Por razões óbvias, temos que ter bons equipamentos para pescar na Amazônia. O equipamento tem que ser robusto e adaptado ao local, rápido e, muitas vezes os grandes adversários que vão tentar refúgio na vegetação, uma vez ferido. Assim, equipado, você será capaz de enfrentar o adversário que tem barbatanas na Amazônia.

Varas:

A dica é: ação, com um poderoso blackbone, para impulsionar rapidamente volumosas moscas e grandes pop independente com alguns falsos lances sobre lugares, para repentinas atividades de peixes na superfície, e também para aplicar pressão substancial para parar os combatentes, sem deixar que estes cheguem às estruturas ou outras obstruções submarinas. Portanto, 8 a 10 são os mais adequados para a Amazônia e sua formidável variedade peixes. Grandes empresas americanas produzem atualmente as melhores varas em todo o mundo, mas agora, algumas fábricas da Ásia e da Europa, começam a oferecer no mercado excelentes modelos a preços muito atrativos.

Carretilhas:

Para água salgada, é o tipo ideal, para tarpon e snook, com um bom freio e uma importante reserva backing, sendo usado para controlar a poderosa corrida dos nossos adversários para os obstáculos. O mercado americano propõe novamente fantásticas bobinas perfeitamente desenhadas e concebidas por um autêntico flyfishermen. Mas, mais uma vez, a Ásia e a Europa começam a competir com os Estados Unidos.

Fly-linhas:

Mais uma vez, será necessário fazer referência ao equipamento utilizado no mar. Portanto, a linha será para água salgada, concebidas para o uso com grandes e volumosas moscas e pop, por diversas vezes somos confinados a este gigantismo. Muitas empresas oferecem no mercado especializado linhas "tropicalizadas" que não sofrerão sob os efeitos do clima quente. Essas linhas são uma boa escolha.

Dependendo do nível da água e moscas, usaremos vários tipos de linhas:

Flutuante para águas normais, pescando com streamer ou pop.

Intermediaria pra águas normais ou águas um pouco altas, pescando com streamer.

Fundo (S1 e S2) para início da temporada.

Flutuante com alta densidade fundo na ponta, para a subida das águas, no início da temporada ou, pelo contrário, água muito baixa e morna, quando o peixe se refugia no fundo à procura de água fria.

Para evitar que você encha seu bolso com uma grande quantidade de carretéis. Utilize linhas conhecidas como "pluri ponta" ou "versi ponta", que são compostas de uma "barriga" flutuante com diferentes densidades: uma variável, uma intermediária e uma fundo (S1 e S2).

Líder:

Se você é atraído pela perspectiva de quebrar records da IGFA, você deve estar em conformidade com as regras desta instituição, e submeter-se as normas da mesma; Mas se você realmente quer se divertir e liberar seus peixes em boa forma e saúde, sabendo que suas chances de sobrevivência são inversamente proporcionais à duração da luta, não hesite em usar uma sólida monofilamento (nylon ou de fluorcarbono), de 35 ou 40 Lbs, que às vezes não é suficiente.

Se você procura espécies como payaras ou piranhas, não se esqueça de terminar o líder com um choque líder.

Flies:

O peixe Amazônico ainda não é muito solicitado com moscas. Isso significa que é bruto e feroz com tudo o que se move.

Como cada mosca é uma arte seria uma pena deixar o prazer de atar belas moscas, mas o poder atrativo de um simples padrão é frequentemente mais elevado do que a de qualquer sofisticada criação de sua imaginação. Contudo, a Amazônia é um gigantesco campo de investigações para sua arte de imitação. Enquanto alguns modelos de moscas muito simples funcionam muito bem nessas águas, outros mais elaborados, como as famosas imitações de produções Enrico Puglisi (www.epflies.com), tem uma incrível eficácia.

Técnicas:

Na realidade, não existe uma, mas várias técnicas para cada peixe, de acordo com vários fatores que são: épocas, níveis da água, pesca local e alimentares locais. Também recomendamos que você vá para capítulos dedicados a espécies em que cada caso seja considerado individualmente, embora haja constância na maneira de proceder.

Pescar nestas águas consiste em despertar a agressividade de predadores, oferecendo sugestões ou imitação do que constitui as suas habituais ou ocasionais presas.

Naturalmente teremos de considerar os múltiplos parâmetros que são cor da água, sol, a temperatura, fatores as vezes combinados com a influência das marés na zona costeira.

Mas todos estes dados são universais, independentemente das latitudes onde operamos.

Nas águas Amazônicas o predador é muito agressivo, talvez o mais agressivo do planeta.

Aqui o pescador concorre com a natureza, pois, diante de uma enorme variedade de predadores, tenha a absoluta certeza que existe uma maior variedade e quantidade de presas. Diante disto o pescador vai utilizar todo o seu conhecimento e técnica para travar os fantásticos combates com os predadores da Amazônia.

Ofertamos um dos melhores locais para que você venha pescar na Amazônia, venha pescar conosco, temos certeza que será muito agradável e uma pescaria bastante produtiva.


http://www.zoofirma.ru/